"À noite, penso no meu Piano na sua sepultura no mar.
E, às vezes, penso em mim a flutuar por cima dele.
Lá em baixo tudo é tão tranquilo e silencioso que me embala.
É uma canção de embalar estranha, como deve ser, porque é minha. Existe um silêncio onde nunca nenhum som penetrou.
Existe um silêncio onde nenhum som pode penetrar, na fria sepultura sobre o mar profundo."
(in O Piano)
